domingo, março 24

Li-Fi: a tecnologia que pode substituir o Wi-Fi

Li-Fi: a tecnologia que pode substituir o Wi-FiUm exemplo de lâmpadas de LED convencionais. (Fonte da imagem: Reprodução/MercadoLivre)
Você já pensou que a luz pode substituir o Wi-Fi? Se a resposta for “não”, saiba que essa ideia não é nova e que muitos pesquisadores estão apostando os seus esforços nela — empenho que pode resultar em uma tecnologia revolucionária.
A maior dificuldade até o momento é o fato que os dados são transmitidos através de “piscadas”, de modo que uma lâmpada acesa represente o padrão “1” e uma apagada o “0”. No entanto, a iluminação convencional de casas e escritórios é muito lenta para ser utilizada dessa maneira.
Por conta disso, os pesquisadores são obrigados a usar LEDs de um milímetro, que são muito caros e ocupam um espaço relativamente grande. Dessa maneira, a transmissão de dados por luz acaba sendo muito difícil de ser usada.

Um avanço que promete

Li-Fi: a tecnologia que pode substituir o Wi-FiOs microLEDs. (Fonte da imagem: Reprodução/Inovação Tecnológica)
Apesar desse grande obstáculo, a equipe de estudiosos liderada pelo professor Martin Dawson conseguiu avanços muito significativos. Eles estão usando LEDs que são mil vezes menores do que os de um milímetro, o que muda muita coisa.
Você pode achar que isso só deixa o trabalho mais difícil, mas essas lâmpadas podem piscar em uma frequência mil vezes maior do que os outros LEDs e ocupar um espaço mil vezes menor — ou seja, a eficiência é bem maior.
Para que você tenha uma ideia melhor, um “chip” de luz feito com esses microLEDs pode ser um milhão de vezes mais potente do que um chip feito com lâmpadas de LED de um milímetro — tudo isso é devido ao tamanho e a velocidade do novo produto.

E assim surgiu o Li-Fi

A conquista da equipe do professor Dawson começou a possibilitar a existência de uma tecnologia chamada Li-Fi — a primeira sílaba é proveniente da palavra “Light” —, que pode substituir o Wi-Fi em um futuro próximo.
Além disso, a utilização do microLED impede que os olhos humanos se incomodem com as piscadelas, já que eles não podem captar a velocidade com que elas acontecessem. Agora, só nos resta esperar para saber quando essa novidade vai começar a chegar ao mercado.

Jogar video games durante uma hora por dia aumenta a atividade cognitiva

Jogar video games durante uma hora por dia aumenta a atividade cognitiva
De acordo com o estudo de Adam Chie-Ming Oei e Michael Donald Patterson (vinculados à Nanyang Technological University, em Singapura), publicado na revista PLOS ONE de 13 de março, jogar video games durante uma hora todos os dias pode melhorar o desempenho subsequente de tarefas cognitivas que usem processos mentais semelhantes àqueles envolvidos no jogo – é como se você conseguisse empilhar caixas mais facilmente depois de jogar Tetris.
Usando participantes “não jogadores”, o estudo fez com que eles jogassem cinco games diferentes em seus smartphones em cinco dias da semana, por uma hora, durante um mês (a cada dia, uma participante jogava um título diferente). Os estilos de games usados foram um de formar conjuntos de três peças iguais, um simulador de vida virtual, um game de ação e um no qual era necessário encontrar objetos escondidos em um cenário bagunçado.
Jogar video games durante uma hora por dia aumenta a atividade cognitiva
Ao final do mês de “treinamento”, os pesquisadores descobriram o seguinte: games de ação melhoraram a capacidade de assimilar as informações de múltiplos objetos na tela em pouco tempo (quantidade de munição, onde estão os inimigos, o objetivo da fase etc.), enquanto os jogos de encontrar coisas escondidas, combinar três peças e de memória espacial aumentaram seu desempenho em tarefas envolvendo busca visual.
Embora outros estudos já tenham comprovado o aumento da atividade cognitiva por meio de jogos de ação, os autores citados afirmam que este é o primeiro a comparar diferentes gêneros na mesma pesquisa e mostrar que diferentes habilidades podem ser melhoradas ao jogar video games. Porém, eles ressaltam que a melhora não é permanente, funcionando como um músculo: você se mantém bom nas tarefas treinadas apenas enquanto continuar praticando.
Via BJ

Minuum espreme um teclado QWERTY virtual em uma única linha



Uma das maiores preocupações de fabricantes de smartphones e tablets, os teclados virtuais passaram por diversas transformações nos últimos anos. Reflexo disso é a criação do Minuum, solução que espreme todas as letras de um dispositivo em QWERTY em uma única linha para tornar mais fácil a digitação de textos completos.
O software pode ser movido e redimensionado livremente pelos usuários, usando algoritmos para prever o que está sendo escrito. Segundo os responsáveis pela novidade, ele age de maneira inteligente na detecção dos toques que você faz na tela, mesmo que eles errem em alguns milímetros o alvo pretendido.
Minuum espreme um teclado QWERTY virtual em uma única linha (Fonte da imagem: Reprodução/Indiegogo)
O Minuum também se adapta facilmente a sensores de rotação e a jogos eletrônicos, o que amplia os usos que é possível fazer com ele. Para que a tecnologia se torne realidade, seus desenvolvedores iniciaram uma campanha no site Indiegogo através da qual eles esperam obter o financiamento necessário para finalizá-lo.

Quer ganhar 100 mil dólares? Basta inventar uma camisinha high-tech!

Quer ganhar 100 mil dólares? Basta inventar uma camisinha high-tech!Já pensou em um preservativo feito de grafeno? (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)
A camisinha pode ser considerada como uma das mais importantes invenções da humanidade. De maneira relativamente simples, o preservativo é capaz de impedir a contaminação de diversas doenças venéreas, além de garantir também que muitos bebês “não planejados” cheguem ao mundo.
Entretanto, sempre se pode melhorar. E esse parece ser o pensamento de Bill Gates, pois ele pagará nada menos do que a pequena bagatela de 100 mil dólares para quem conseguir apresentar um projeto de uma “camisinha da próxima geração”.
O prêmio é oferecido pelo Grand Challenges in Global Health Program, do Instituto Bill e Melinda Gates. A ideia é acelerar o aumento no uso da proteção, tudo para evitar cada vez mais as gestações indesejadas e, quem sabe, reduzir drasticamente o contágio de vírus como a AIDS.

Mãos à obra!

Segundo a descrição do “concurso” dentro do site, qualquer pessoa pode participar, seja você um empreendedor, inventor nas horas vagas, estudante ou mesmo um grande cientista. A sua meta é simples: conseguir criar um conceito que facilite a utilização do preservativo em homens e/ou mulheres, lembrando sempre de tentar vencer preconceitos e barreiras culturais.
Quer ganhar 100 mil dólares? Basta inventar uma camisinha high-tech! 
Lutando por um mundo melhor (Fonte da imagem: Reprodução/Bill and Melinda Gates Institute)

O texto do site dá algumas dicas de outros elementos nos quais o participante deve prestar atenção. Uma das razões de algumas pessoas não utilizarem os preservativos é a embalagem do produto, por isso, algo fácil de ser “superado” é algo muito bem-vindo. Novos materiais que sejam mais sensíveis do que o látex e aumentem a sensação de prazer também precisam ser estudados.
Como o próprio site da Fundação diz, “o pensamento não-ortodoxo é essencial para que se consiga superar os diversos desafios persistentes na saúde global”. Dito isso, a Fundação pede que todos os participantes “pensem fora da caixinha” e tragam novas ideias que possam ser úteis para toda a humanidade. Você tem alguma?

sábado, março 23

Os Simpsons: em que foram inspirados os principais personagens?

(Fonte da imagem: Reprodução/Canal Fox)
Para criar um desenho, o artista não pode apenas pensar em alguns traços que nunca foram utilizados antes. Várias experiências do passado são utilizadas como referência pelos desenhistas, e para a criação de Os Simpsons não foi diferente. Matt Groening, o criador em questão, baseou-se em diversos programas de TV de sua infância, familiares e conhecidos para compor os personagens.
Está ansioso para saber quais são as influências? O site Neotarama preparou um artigo muito divertido sobre o tema e agora você pode conferir os mais importantes aqui na seção Mega Curioso. É importante ressaltar que trouxemos apenas os mais relevantes para o público brasileiro.

Bart Simpson

“Bart” é um anagrama de “brat”, que significa “fedelho”. E a grande inspiração que Matt Groening utilizou para criar o garoto foi Dennis, o Pimentinha. Groening diz que ficava desapontado pelo fato de Dennis na TV não ser tão arteiro quanto nas tirinhas.
Dennis, a inspiração de Bart Simpson (Fonte da imagem: Reprodução/Dennis, the Menace)

Homer Simpson

Você se lembra de Walter Matthau? Ele representou o Sr. Wilson do filme “Dennis, o Pimentinha”, além de participar de outras dezenas de filmes de humor. E foi a sua expressão cômica que levou Matt Groening a criar Homer Simpson.

Marge Simpson

Imagine a mistura de uma mãe norte-americana da década de 1960 e a cabeça do monstro de Frankenstein. Essa foi a inspiração do criador de Os Simpsons na hora de fazer os primeiros traços de Marge Simpson.

Otto, o Motorista de Ônibus

O que Otto Mann e Slash (o ex-guitarrista do Guns n’ Roses) têm em comum? Os dois tocam guitarra, colecionam cobras e possuem cabelos longos e enrolados.
(Fonte da imagem: Reprodução/Neotarama)

Comichão e Coçadinha

Uma homenagem bastante visível ao desenho Tom e Jerry. A grande diferença entre inspiração e inspirado é a dose de violência aplicada.

Barney Gumble

Um dos melhores amigos de Homer Simpson – e maior bêbado de Springfield – foi baseado no personagem Crazy Guggenheim do programa The Jackie Gleason Show, da década de 1960. Ele era alcoólatra e participava das partes mais cômicas do show.
(Fonte da imagem: Reprodução/Neotarama)

Krusty, o Palhaço

Matt Groening já revelou que a inspiração para criar Krusty, o Palhaço veio de um palhaço a que ele  costumava assistir quando era criança. Rusty Nails era, assim como Krusty, uma mistura de “engraçado” com “assustador”.

O que os personagens fazem depois de terminar os games [ilustração]

Os vilões foram derrotados, o mundo está salvo e a tela preta com os créditos subindo é tudo o que restou da sua incrível jornada: essa é a experiência pela qual todos os gamers já passaram um dia após “zerar” um jogo. Agora que você está satisfeito com as boas horas de jogatina, já parou para pensar o que resta para os personagens principais uma vez que eles não têm mais nada para fazer?
O Tecmundo não só passou um bom tempo pensando sobre isso, mas também resolveu materializar essas ideias em forma de ilustrações, todas mostrando o que alguns dos personagens mais icônicos do video game poderiam estar fazendo depois do “The End”. Confiram!

Mario, o eterno encanador

O que os personagens fazem depois de terminar os games [ilustração]Ampliar (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki - Nick Mancini)
Agora que a princesa está a salvo e que o Reino dos Cogumelos está livre da ameaça do Bowser, Mario e a sua habilidade de pular em cima de tudo não são mais tão úteis assim.
O bigodudo passou por maus momentos e até tentou a sorte trabalhando em pizzarias italianas, mas sua falta de experiência em restaurantes não deixou escolhas a não ser voltar a resolver problemas de encanamento.

Sonic Express

O que os personagens fazem depois de terminar os games [ilustração]Ampliar (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki - Nick Mancini)
O ouriço mais rápido do mundo também teve de se virar para encontrar um emprego que fosse adequado às suas habilidades, já que os animaizinhos da floresta não precisam mais da sua ajuda.
Não levou muito tempo para que Sonic percebesse que poderia continuar fazendo o que ele mais gosta e ainda ganhar dinheiro para pagar as contas no fim do mês, entregando correspondências na velocidade de um relâmpago azul.

Nathan Drake: limpando nas alturas

O que os personagens fazem depois de terminar os games [ilustração]Ampliar (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki - Nick Mancini)
Perseguir tesouros perdidos sempre foi o maior hobby do herói de Uncharted, mas chega um momento em que até a maior das diversões começa a se tornar cansativa. Sem ter formação superior e com os pequenos delitos da adolescência sujando sua ficha, Drake decidiu continuar escalando prédios no seu trabalho de meio expediente, só que dessa vez para manter as janelas limpinhas.

Kratos, o Deus da carne

O que os personagens fazem depois de terminar os games [ilustração]Ampliar (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki - Nick Mancini)
Nem mesmo aquele que conseguiu conquistar o título de Deus da Guerra pôde escapar da recessão que estamos enfrentando. Sem mais conflitos para resolver e pessoas de quem se vingar, Kratos foi obrigado a descer do seu trono e conseguir alguns trocados fazendo aquilo que só ele domina: dilacerar carne.

Gears of Building Ltda.

O que os personagens fazem depois de terminar os games [ilustração]Ampliar (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki - Nick Mancini)
Depois de ter sido uma peça-chave na luta contra a invasão locust no planeta Sera, o agora ex-sargento Marcus Fenix decidiu deixar a vida militar e ajudar a civilização humana de outras formas, longe da carnificina da guerra.
Sendo a pessoa simples que é, Marcus viu na construção civil uma boa oportunidade para fazer bom uso da força física que ele adquiriu durante os vários anos de serviço com os COGs. Claro, a sua habilidade com a motosserra também veio bem a calhar.